Certo homem, chamado John, costumava olhar o Natal como uma festa sem o menor sentido. Segundo ele, a noite de 24 de dezembro era a mais triste do ano, porque muitas pessoas se davam conta de quão solitárias eram, ou sentiam muito a ausência da pessoa querida. John era um homem bom. Tinha uma família e era honesto nos negócios. Entretanto, não podia admitir que as pessoas fossem ingênuas a ponto de acreditar que um Deus havia descido à Terra só para consolar os homens. Sendo uma pessoa de princípios, não tinha medo de dizer a todos que o Natal, além de ser mais triste que alegre, também estava baseado numa história irreal — um Deus se transformando em homem. Como sempre, na véspera da celebração do nascimento de Cristo, sua esposa e seus filhos se prepararam para ir à igreja. E, como de costume, John resolveu deixá-los ir sozinhos, dizendo que seria hipocrisia acompanhá-los. Quando a família saiu, John sentou-se, acendeu a lareira, e começou a ler os jornais daquele dia. Entretanto, logo foi distraído por um barulho na sua janela, seguido de outro... e mais outro. Achando que era alguém jogando bolas de neve, John pegou o casaco para sair, na esperança de dar um susto no intruso. Assim que abriu a porta, notou um bando de pássaros que haviam perdido seu rumo por causa de uma tempestade, e agora tremiam na neve. Como tinham notado a casa aquecida,tentaram entrar, mas, ao se chocarem contra o vidro, machucaram suas asas, e só poderiam voar de novo quando elas estivessem curadas. "Como ajuda-las?", pensou. Foi, então, até a porta de sua garagem, abriu-a e acendeu a luz. Os pássaros, porém, não se moveram. "Elas estão com medo", pensou John. Então, entrou na casa, pegou alguns miolos de pão, e fez uma trilha até a garagem aquecida. Mas não deu resultado. John abriu os braços, tentou conduzi-los com gritos carinhosos, empurrou delicadamente um e outro, mas os pássaros ficaram mais nervosos ainda — começaram a se debater, andando sem direção pela neve e gastando inutilmente o pouco de força que ainda possuíam. John já não sabia o que fazer. Desesperado gritou: “Se eu tivesse, neste momento, uma chance de me transformar em pássaro só por alguns minutos, vocês veriam que eu estou realmente querendo salvá-los!” Neste momento, o sino da igreja tocou, anunciando a meia-noite. Um dos pássaros transformou-se em anjo, e perguntou a John: “Agora você entende, por que Deus precisava transformar-se em ser humano?”Com os olhos cheios de lágrimas, ajoelhando-se na neve, John respondeu: “Perdoai-me”. Agora eu entendo que só podemos confiar naqueles que se parecem conosco e passam pelas mesmas coisas pelas quais nós passamos...
Um Feliz Natal a todos e que as pessoas possam acreditar que Deus existe e que deu sim seu filho para que pudéssemos Nele acreditar.
Ixi!!! Demorei pra colocar esta foto no meu blog... Quando tirei a foto, fiquei totalmente indignada, irritada e decepcionada. Vou explicar o porquê... Há muitos e muitos anos, viajo a passeio para Santa Catarina. Em uma destas viagens, também há muitos anos atrás, ainda ingênua e achando que todos somos iguais, passando por este local, mais precisamente na cidade de Brusque, achei lindo o cemitério. Pequenininho, todo florido, bem cuidado, como nunca tinha visto outro. Na minha ingenuidade, pedi pro meu pai me prometer que se eu morresse antes de dele, ele me enterraria ali. E todas as vezes que passava por lá, admirava o local, mas não entendia bem porque não crescia muito. Parecia que naquela cidade as pessoas viviam mais tempo... De um ano para o outro não aumentavam muito as sepulturas... Com o passar do tempo, procurei entender melhor a vida e a morte e passei a não dar valor a coisas como onde ser enterrada, pois entendi que o corpo não passa de uma roupa velha e, se vai ser guardada ou jogada em um lugar qualquer, não faz a menor diferença, pois o espírito não precisaria mais dela, ela não teria mais nenhuma serventia. Contudo, ainda assim, gostava de passar pelo local, entrava, rezava um pouco, até que, neste ano, entendi o porque do cemitério ser tão pequeno... Foi quando dei de cara com a placa acima. A sensação que me acometeu?! A pior. Uma senasação de revolta, de decepção. Afinal, fui criada tendo que respeitar uma religião que, com o tempo, foi disvirtuada por muitos e se mostrou mercenária. Digo isto porque também me indignou a notícia do uso de cartões de crédito nas igrejas católicas para que os fiéis façam suas doações. E também, porque vi uma notícia de que está sendo usada uma máquina onde o fiel coloca uma moeda e sai uma gota de água benta (sim, só uma gota para que não haja desperdício). Mas, sobre isso, prefiro não comentar... Fica aí, registrada a minha indignação e a pergunta: Se Jesus estivesse entre nós, Ele aprovaria isto?!
Beijos carinhosos e uma ótima semana a todos que me visitam. Ah!! Para aqueles que pensarem em defender tais absurdos, fiquem à vontade, pois não é preciso estar em dia com as visitas ao blog para deixar algum comentário. Só não esperem que eu engula qualquer explicação que seja.
Numa aldeia de pescadores da costa do México, um pequeno barco retorna do mar. Um turista (um consultor americano) se aproxima e cumprimenta o pescador mexicano pela qualidade do pescado. Curioso, o turista pergunta: “Quanto tempo levou para pegar esta quantidade de peixes?”. “Não muito tempo”, responde o mexicano. “Bom, então por que você não ficou mais tempo no mar e pegou mais peixes?” O mexicano explica que aquela quantidade bastava para atender às necessidades de sua família. Mas o que você faz com o resto do seu tempo?”, indaga o americano “Eu durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, descanso com minha esposa”. “Eu tenho uma vida boa...” “À noite eu vou até a vila para ver meus amigos, dançar, tocar violão, cantar umas músicas...”. O americano interrompe: “Pois eu posso lhe ajudar a ter uma vida realmente boa. Faça o seguinte: comece a passar mais tempo pescando todos os dias. Aí você pode vender todo o peixe extra que conseguir pescar. Com o dinheiro extra, você compra um barco maior. Com a receita extra que o barco maior vai trazer, você pode comprar um segundo e um terceiro barco, e assim por diante até possuir uma frota de pesqueiros. “Ao invés de vender seu peixe para um atravessador,negocie diretamente com as fábricas de beneficiamento ou quem sabe pode até abrir sua própria indústria de beneficiamento.” “Aí você pode deixar esta vila e ir morar na Cidade do México, Los Angeles ou até mesmo em Nova Iorque!!” “De lá você toca seu imenso empreendimento!” “Quanto tempo isso iria levar?”, pergunta o mexicano “Uns vinte, quem sabe vinte e cinco anos”, responde o americano. “E depois?” “E depois? Aí é que começa a ficar bom”, responde o americano, rindo; “quando seu negócio começar a crescer de verdade, você abre o capital e faz milhões!!!” “Milhões? Sério? E depois disso?” “Depois disso você se aposenta e vai morar numa vilazinha da costa mexicana, dorme até tarde, pega uns peixinhos, descansa ao lado da esposa, brinca com seus filhos e passa as noites se divertindo com os amigos...”