quinta-feira, 23 de abril de 2009

HÁ SEMPRE OUTRA SAÍDA...

Talvez isto já tenha acontecido com você: ao chegar para apanhar o carro, outro veículo está estacionado bem grudado ao seu, impedindo você de abrir a porta. O que fazer? Xingar, brigar? Essas talvez sejam as atitudes mais comuns... mas, será que resolvem o problema?
As reações violentas são as que brotam mais facilmente. No entanto, é importante pensar nas soluções possíveis em vez de piorar a situação. Há uma porta do outro lado do carro - que tal entrar por ela? Pode dar um pouco de trabalho, mas funciona!

Em todas as situações da vida, há sempre outra porta. Basta querer encontrar as saídas, não os culpados. Por isso, pensemos antes de despejar ofensas e xingamentos. Pensemos bem antes de remoer a raiva, porque isso nos embrutece. Além do mais, a gente também erra e, um dia, podemos precisar da compreensão do outro. Como se diz, a vida dá voltas e, de repente, nos prega uma peça.

Então, ajamos com inteligência e não reajamos no calor da situação. Acalmemo-nos. Tornar as coisas mais difíceis ou facilitá-las é uma decisão nossa. Se a vida impede a gente de entrar por uma porta, abramos outra! (Karla Precioso)
Passei por isto, certa vez, quando comprei um apartamento e fui lá pra dar uma olhada nele. Coloquei o carro na vaga que me pertencia. Era a minha primeira visita ao prédio... Limpamos o apartamento e quando saímos, demos de cara com um bilhete no pára-brisas do carro que dizia para da próxima vez encostar mais o carro na parede, pois tinha ficado um espaço pequeno para a pessoa que me repreendia. Na hora, achei graça, depois achei triste, pois tentei me colocar no lugar dela e percebi que ela devia ser muito infeliz, pois tinha, provavelmente, estragado o seu dia o fato de tê-la "espremido" em sua vaga de garagem. Não foi por mal, é claro, afinal, eu não sabia que estaria causando um mal tão grande a alguém... Depois, fiquei com raiva, pois, que besteira, ter deixado uma advertência em meu carro... poderia ter falado simplesmente, ou tentado me conhecer, mas aquele bilhete deixou claro que ela queria distância dos novos proprietários, como se dissesse que não éramos bem vindos. Pensei, num lance de raiva, em deixar uma nota de 50 reais no pára-brisas do carro dela juntamente com um bilhete dizendo estar ressarcindo-a por seus prejuízos e por ter estragado o seu dia por permanecer ali por menos de uma hora, mas, seria muita arrogância da minha parte fazer isto e estaria mantendo o nível da conversa. Aí, deixei pra lá e percebi o quanto sou feliz por não precisar morar naquele lugar, com pessoas tão azedas como aquela. Não a conheci, não sei seu nome, só sei que deve ser minha vizinha pela vaga na garagem. Este foi nosso primeiro e último contato, afinal, nunca mais voltamos lá. Nunca comentei este fato, mas fiquei imaginando como seria aquela mulher, se era casada, se amava seu marido, se tinha filhos, se os amava também, se tinha amigos, pais, enfim... se era uma pessoa normal e feliz ou se tinha tido algum trauma na infãncia ou se simplesmente era chata mesmo... Não sei. Talvez estivesse num mau dia, nada mais!
Beijos e um ótimo final de semana a todos.

3 comentários:

  1. oi...so para deixar um comentario: concordo q o mundo da voltas...e por mais dificeis q as coisas pareçam a sempre uma outra porta , janela , o q seja..temos q ter msmo muita paciencia...continue postando...expressar edifica a mente!!! tenha um otimo dia!! felicidades!!! :) paty.

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  2. ola...
    me sta siguiendo?
    no recuerdo k entrra..
    deja su comentario ^^
    bye

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  3. Eu só descobri seu blog hj, estou encantada.
    Parabéns os texto são maravilhosos!
    Estou te seguindo

    Bjo

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